A viagem do usuário será de forma
lenta, aos pouquinhos ou rápida, dependendo da quantidade e da qualidade do
tóxico.
No uso de tóxico de qualquer natureza,
lícita ou ilícita, o desencarne momentâneo é proporcional á quantidade de
veneno absorvido; cada miligrama produz uma reação determinada, até atingir o
óbito em quantidades excessivas.
O toxicômano no uso de pequenas doses
provoca um rompimento entre o Perispírito e as Células orgânicas, deixando o Espírito
ter percepção da vida espiritual (age fora do corpo físico); é o inicio da
morte física e poderíamos usar uma escala gradativa para medir a liberdade do Espírito
em função da ligação com o corpo orgânico; pequena quantidade de qualquer
tóxico produz um deslocamento do Perispírito com o Corpo Orgânico, dando
liberdade ao Espírito.
As Células do Corpo Físico, com o
desligamento do Perispírito, perdem a defesa imunológica, permitindo as
bactérias desenvolverem-se e multiplicar com facilidade, de forma a produzir os
mais complexos quadros patológicos em função de terem livre acesso e não
encontrarem resistência que as impeça de proliferarem.
Além dos gravíssimos problemas orgânicos,
ao dar entrada no etéreo sem proteção, está sujeito a ser dominados por
entidades do mal, mantendo na simples obsessão, ou na possessão absoluta,
retardando o progresso na atual encarnação, levando aos mais graves transtornos
mentais, gerando sofrimento e provocando muitas vezes a loucura.
É
necessário sair deste estado negativo, para poder resgatar os débitos com a
natureza, e crescer na condição moral.
Aproveite a Fé Cristã que esclarece quanto
ao destino, procure a evolução constantemente, em busca de um estado mental,
dentro dos ensinamentos do Cristo; e concluímos que drogar é suicidar-se aos
pouquinhos diariamente.
Inácio Ferreira
Mensagem recebida
no Sanatório Espírita de Uberaba, pelo médium, Luiz Moreira.
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